Como chegar à dose ideal de mau humor

Ontem, sexta-feira, acordei com o humor péssimo.

Eu não sou dessas pessoas que acham que devemos estar sempre suuuuper de boas, porque um pouco de mau humor me ajuda a ser mais criativa. Comecei a rabiscar os desenhos que deram origem aos quadrinhos marotos em momentos nos quais eu queria berrar alguns palavrões e sair correndo, por exemplo.

Mas a coisa estava além do limite, e eu precisava tomar alguma providência.

Então, no trem, percebi onde exatamente estava o problema: em nenhum dia da semana que chegava ao fim eu havia ouvido música. Sério, falta de música, para mim, é como falta de sono ou de comida.

Então, em vez de ler, como sempre faço nas viagens ao trabalho, coloquei os fones e fui ouvindo Red Hot Chilli Peppers. The Getaway, para ser mais específica.

Quando cheguei em Novo Hamburgo, só havia sobrado um pouquinho de mau humor, o ideal para mais um dia bastante produtivo. Mas preciso deixar claro que ouvi Go Robot mais de uma vez para chegar a esse resultado.

Categorias: Filosofando sobre a existência

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